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Curral Quântico

We are no longer the same, you wiser but not sadder, and I sadder but not wiser (...)

Kundera:

 SWRB presents: reflexões intermédias #2

   

   Estou a 30 páginas do fim d'A Insustentável Leveza do Ser, obra que queria muito detestar. Acho que parte de mim comprou o livro só para poder dizer mal dele, arrasá-lo. Sei de muita gente que o toma como cânone; dessas pessoas, a grande maioria são criaturas que eu acho insuportáveis, e eu não gosto de partilhar gostos com quem não gosto. Se isso faz de mim uma má pessoa? Ora, por bastas vezes concordei com essas acusações, ainda que por poupança emocional. Só que, bolas!, estou a adorar livro. Pois é. Andei para aqui toda armada ao pingarelho, a ler Joyce e a mencioná-lo como a um troféu; no fim de contas, é a pop literária do Kundera que me aquece a alma, e já nem me importam as antipatias*. Eu mereço isto.

 

*Mentira, as antipatias importarão sempre, mesmo nos livros; pelo menos para mim.

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