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Curral Quântico

We are no longer the same, you wiser but not sadder, and I sadder but not wiser (...)

Laranjas! Laranjas! Laranjas!

   Nos últimos dias, recebi vários e avultados carregamentos de laranjas e tangerinas; um bombardeamento citrino nas modalidades balde, saco com as asas esgaçadas e grade de plástico. Os amigos, conhecidos e vizinhos estão cheios de boas intenções; eu agradeço; o sentido de oportunidade não é o melhor, porque a gripe já desentalou lençóis por aqui em meados do mês passado, mas oh!, ninguém tem culpa por o pico do surto de ranhoca se ter desfasado do pico de produção de laranjas e tangerinas - mas, ainda assim: rico serviço, mãe natureza.

   Perante este cenário, eis o menu do jantar: salmão ao sumo de laranja [reparem na minha sofisticação culinária: confeciono uma coisa à outra coisa], acompanhado com [vodka de] sumo de laranja, rodelas de laranja com canela e bolo de laranja com calda de laranja.

   Isto acontece depois de ter transformado as tangerinas em snack pré e pós corrida; depois de as ter instituído como petisco de leitura e visionamento de episódios de Say Yes to the Dress; e depois de ter criado múltiplos jogos relacionados com a ingestão de citrinos e a programação vespertina dos quatro canais generalistas.

   Próximo passo: arremesso da laranja contra alvos móveis.